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Koychiro Kondo

Casal veio do Japão e se erradicou na zona rural de Registro

Fábrica de farinha que o próprio Koichiro construiu em sua propriedade

 

Koichiro Kondo tinha 18 anos quando chegou ao Brasil em 1918. Ele veio acompanhando o casal Tome e Togoro Kondo que, apesar do mesmo sobrenome, não eram seus pais. O casal não tinha filhos e trouxe Koichiro para que o jovem pudesse cuidar deles quando ficassem idosos. Os três se instalaram no Morro Alto, na zona rural de Registro. Koichiro já era carpinteiro e ajudou a construir muitas casas e fábricas de chá no município.

 

Também residente na zona rural, a família Sakuma gostou de Koichiro e mandou buscar a filha Kiyono, que havia ficado no Japão. Dez anos mais jovem que ele, a moça veio para o Brasil e aceitou o casamento com o carpinteiro. Após morarem um tempo com a família no Morro Alto, o casal se mudou para o bairro Lagoa Nova, onde formaram um sítio.

 

Kiyono e Koichiro tiveram 12 filhos: Hajime, Mitsuo, Masato (falecidos), Isao (mora atualmente em Registro), Mieko (São Paulo), Tamao, Francisco Fujyoshi, Nelson (falecidos), Lélia Yuriko (Registro), Nicolau Heihati (no Japão), Mario Hirato (falecido) e Aurora Myeko (São Paulo). No sítio, a família tinha criação de gado e plantação de banana, além de uma fábrica de manjuba seca.

 

Lélia lembra que os irmãos acompanhavam os funcionários na pesca da manjuba realizada no Rio Ribeira e ajudavam a salgar o peixe, que era vendido por meio de uma cooperativa. Koichiro não deixou de se dedicar à carpintaria. Além de fazer redes e canoas no sítio, ele também trabalhava na cidade, na carpintaria Ikegami.

 

“Meu pai contratava professores japoneses para dar aulas em casa para os filhos. Ele conservava muito as tradições japonesas, chegou a formar um time de beisebol”, conta a filha Lélia. Ela lembra que o pai construiu para a família um grande casarão no bairro Lagoa Nova. Comovido com a situação dos jovens que chegavam do Japão e se encontravam desamparados na cidade, o imigrante também abria as portas de casa para acolhê los, inclusive com emprego.

Como passatempo preferido, Koichiro passava horas pescando no Rio Ribeira. A esposa Kiyono se dedicou a cuidar da casa e da família. Vaidosa, ela adorava participar das danças japonesas do grupo de senhoras da Igreja Budista. Koichiro teve câncer de pulmão e chegou a passar por cirurgia em São Paulo. Derrotado pela doença, o carpinteiro faleceu em 31 de maio de 1954, aos 54 anos. A esposa Kiyono morreu 23 anos depois, aos 67 anos, vítima de atropelamento na BR-116. Em homenagem ao casal, Koichiro ganhou nome de rua no Centro e Kiyono Kondo é nome de rua na Vila Ponce.


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