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ACIAR apoia manifesto da Facesp em defesa da abertura do comércio


A ACIAR, no conjunto de seus diretores e associados, apoia integralmente o manifesto da FACESP, que reivindica o restabelecimento do funcionamento do comércio e serviços. “Adotamos protocolos de operações rígidos, ações para prevenir aglomerações e campanhas de conscientização sobre os cuidados com a saúde”, afirma o manifesto. “Entretanto, fomos arbitrariamente proibidos de trabalhar por períodos que chegam a seis meses! Mais da metade do ano sem receita, de portas fechadas, e recebendo cobranças de impostos, com multas assustadoras, e recebendo cobranças de impostos, com multas assustadoras caso não sejam pagos!”, prossegue o documento, ao constatar que essa situação está afundando a economia.

“Bares e restaurantes continuam fechados e com restrições ainda mais severas, mesmo após investirem em protocolos e alterarem a operação para atender com segurança. Desde o início da pandemia, apenas em São Paulo, 50 mil bares e restaurantes fecharam as portas e 400 mil trabalhadores do segmento foram demitidos”, diz o manifesto, ao defender disponibilização de linhas de crédito específicas, parcelamento de impostos e ressarcimento de perdas.

A FACESP defende ainda um programa de manutenção do emprego e da renda, além de apoio financeiro às pequenas e médias empresas que lutam para pagar suas contas. “Sem contar que os trabalhadores precisam de auxílio emergencial dos Estados, Municípios e Governo Federal até o fim da pandemia, pois atualmente mais  de 20 milhões de brasileiros estão vivendo na miséria”, revela o documento, criticando o fato de alguns governantes imporem “falsos lockdowns, escolhendo quem deve fechar mas não cumprem seus deveres: hospitais de campanha no ano passado foram desmobilizados arbitrariamente, pessoas não foram restadas e o sistema de transporte público continuou deplorável”.

A FACESP observa que o comércio varejista é a locomotiva que puxa a economia. “Se o varejo não vende, a indústria para, a produção do campo não escoa e não há prestação de serviços” e conclui mostrando um trágico painel do que já ocorreu no país: 25% do comércio quebrou e não volta mais; 15 milhões de empregos dependem do comércio aberto; 30 milhões de brasileiros já estão desempregados e não há vacina contra o desemprego e a fome. E conclui: “Precisamos voltar a funcionar plenamente ou o País vai à falência”.